- Onde Está a mola?
- Está debaixo da gaiola.
- Onde está a avelã?
- Está dentro do saco de lã.
- Onde está a mala?
- Está arrumada na gaveta da sala.
- Onde está o limão?
- Está em cima da tua mão.
- Onde está o novelo?
- Está escondido na bossa do camelo.
- Onde está a vela?
- Está no parapeito da janela.
- Onde está a panela?
- Está pintada na camisola amarela.
- Onde está a tulipa?
- Está no jardim da Filipa.
- Onde está a viola?
- Está guardada na sacola.
- Onde está o palito?
- Não te digo, porque já te tinha dito.
Um dia, um rato daninho saiu da sua toca atordoado, e foi cair nas garras de um leão. O leão, o rei da selva, deixou-o ir-se embora, ou porque tinha piedade do pobre rato, ou porque não estava com fome naquela altura. Mas esse acto de caridade foi muito bem pago pelo rato.
Num certo dia, o leão entrou numa selva frondosa e caiu numa armadilha, numa rede enganosa, sem perceber tal traição. O leão, para sair dali, tentou de tudo: rugiu com toda a força, esforçou-se mas não conseguiu. Foi então que apareceu o rato que o veio ajudar. Roeu as redes da armadilha, uma por uma, com os seus dentes finos. Depois de muita paciência e trabalho o rato conseguiu tirar o leão das redes, pagando assim a sua divida.
Esta fábula transmite-nos duas lições de moral:
O trabalho com paciência faz mais que a força, ou seja, "devagar se vai ao longe”;
Devemos ser gratos, agradecidos, a quem nos faz bem.
André Vicente
6ºE
O leão e o rato
Certo dia, ao sair da sua toca, um rato foi cair nas grandes garras de um leão, mas o rei das feras deixou-o ir em liberdade, pois tinha pena do rato e também não tinha fome. O pequeno rato ficou-lhe muito agradecido.
Um dia, quando o leão ia a entrar numa grande selva cheia de folhas e ramos, foi agarrado por uma grande armadilha que estava armada no chão. O leão ficou apertado nas redes e para se libertar deu muitas voltas e soltou muitos rugidos, fez esforços mas nada o ajudou a libertar-se. O rato, ao ouvir aquele alarido, veio em auxílio do leão. Após ter chegado ao pé dele o rato começou a roer as cordas, até que consegui libertar o leão, pagando assim a dívida que tinha para com ele.
Com isto, conclui-se que nem sempre se conseguem resolver todos os problemas com a força, mas sim com paciência e que devemos ser agradecidos a quem nos ajuda.
Fábio Dias Ricardo 6ºE Nº10
Esta é uma paisagem de um castelo.
O castelo está rodeado de arbustos com flores coloridas e de várias cores, de um pequeno ribeiro e por trás tem uma bela paisagem de montanhas e serras verdes e castanhas.
O castelo é em tons de azul, com algumas pedras rosa, tem uma grande porta principal e várias janelas espalhadas por todo ele.
Tem três janelas principais, com cortinas azuis, laranja, verdes e outras rosa.
Tem duas bandeiras amarelas no topo das torres mais altas; uma tem o mastro vermelho brilhante e a outra tem o mastro dourado e castanho brilhante. As nuvens claras e sombreadas vêem-se no fundo.
Numa das torres pode-se ver as grades da janela das masmorras.
Pode ver-se o sol por trás do castelo, um sol brilhante e iluminado, os seus raios espalham-se para cima e para os lados, como um polvo.
E para terminar, a erva verde que rodeia o rio também brilha com tanta magia.
RAFAELA SILVA
6ºE
Rafaela Silva 6º E
FÁBULAS DE JEAN DE LA FONTAINE
RECONTO
O PLANETA BRANCO![]()
de Miguel de Sousa Tavares
Ilustrado por:
Carolina Soares, 6ºA
Resumido por:
Ana Sofia Cunha, 6ºA
O PLANETA BRANCO
Na nave espacial ìtaca-3000 iam três astronautas: Lydia, Lucas e Baltazar. Eles tinham como objectivo ir a S-3 ver se lá havia água. Passados muitos dias começaram-se a desviar da rota, como se estivessem a ser sugados. Eles tentaram várias coisas para regressar à rota, até que perderam a comunicação com a Terra. Julgando que iam morrer, decidiram dormir, mas quando acordaram estavam poisados num planeta que parecia uma nuvem. Depois eles viram que tinham recebido uma mensagem dizendo para saírem da nave e para não terem receio, pois as suas vidas não corriam perigo.
Quando saíram, um homem esperava-os: era o Guardião do Planeta Branco; ele explicou-lhes que o Planeta Branco era o lugar para onde iam as pessoas que morriam na terra e acrescentou que a rota que eles tinham marcado para chegar a S-3 estava errada, por isso tinham sido atraídos. Eles ficaram assustados, pensando que estavam mortos, mas o Guardião disse-lhes que ainda não estavam. Explicou-lhes que as pessoas boas, quando morriam, podiam observar os vivos dali, do Planta Branco. Disse-lhes também que eles iriam esquecer tudo o que tinham visto e ouvido ali, porque nenhum vivo pode saber o que se passa depois da morte…Deu-lhes também uma mensagem muito importante: as pessoas é que têm de salvar o Planeta Terra agora e não esperar que a salvação venha de outros planetas. Para isso, deverão ter muito cuidado com toda a poluição que fazem.
A seguir os astronautas foram-se embora e o Guardião do Planeta Branco programou a sua nave para chegar a terra. À medida que iam ficando mais longe do Planeta Branco, iam-se esquecendo do que se tinha passado. De repente conseguiram falar com Terra e puderam voltar para casa.
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. Reconto da Fábula de La F...
. OFICINA DE LÍNGUA PORTUGU...
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