Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Onde Está?

ONDE ESTÁ?

 

- Onde Está a mola?

- Está debaixo da gaiola.

 

- Onde está a avelã?

- Está dentro do saco de lã.

 

- Onde está a mala?

- Está arrumada na gaveta da sala.

 

- Onde está o limão?

- Está em cima da tua mão.

 

- Onde está o novelo?

- Está escondido na bossa do camelo.

 

- Onde está a vela?

- Está no parapeito da janela.

 

- Onde está a panela?

- Está pintada na camisola amarela.

 

- Onde está a tulipa?

- Está no jardim da Filipa.

 

- Onde está a viola?

- Está guardada na sacola.

 

- Onde está o palito?

- Não te digo, porque já te tinha dito.

 

Fernanda Batista

5º B Nº 12

 



publicado por contador às 14:57
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Sábado, 7 de Março de 2009
Reconto de fábula de La Fontaine

 O LEÃO E O RATO

        Um dia, um rato daninho saiu da sua toca atordoado, e foi cair nas garras de um leão. O leão, o rei da selva, deixou-o ir-se embora, ou porque tinha piedade do pobre rato, ou porque não estava com fome naquela altura. Mas esse acto de caridade foi muito bem pago pelo rato.

       Num certo dia, o leão entrou numa selva frondosa e caiu numa armadilha, numa rede enganosa, sem perceber tal traição. O leão, para sair dali, tentou de tudo: rugiu com toda a força, esforçou-se mas não conseguiu. Foi então que apareceu o rato que o veio ajudar. Roeu as redes da armadilha, uma por uma, com os seus dentes finos. Depois de muita paciência e trabalho o rato conseguiu tirar o leão das redes, pagando assim a sua divida.

Esta fábula transmite-nos duas lições de moral:

      O trabalho com paciência faz mais que a força, ou seja, "devagar se vai ao longe”;

    Devemos ser gratos, agradecidos, a quem nos faz bem.

André Vicente

6ºE



publicado por contador às 14:51
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Reconto da Fábula de La Fontaine

O leão e o rato

 

   Certo dia, ao sair da sua toca, um rato foi cair nas grandes garras de um leão, mas o rei das feras deixou-o ir em liberdade, pois tinha pena do rato e também não tinha fome. O pequeno rato ficou-lhe muito agradecido.

   Um dia, quando o leão ia a entrar numa grande selva cheia de folhas e ramos, foi agarrado por uma grande armadilha que estava armada no chão. O leão ficou apertado nas redes e para se libertar deu muitas voltas e soltou muitos rugidos, fez esforços mas nada o ajudou a libertar-se. O rato, ao ouvir aquele alarido, veio em auxílio do leão. Após ter chegado ao pé dele o rato começou a roer as cordas, até que consegui libertar o leão, pagando assim a dívida que tinha para com ele.

   Com isto, conclui-se que nem sempre se conseguem resolver todos os problemas com a força, mas sim com paciência e que devemos ser agradecidos a quem nos ajuda.

 

Fábio Dias Ricardo                 6ºE    Nº10



publicado por contador às 14:43
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OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA

 

UM CASTELO MÁGICO

 

Esta é uma paisagem de um castelo.

O castelo está rodeado de arbustos com flores coloridas e de várias cores, de um pequeno ribeiro e por trás tem uma bela paisagem de montanhas e serras verdes e castanhas.

O castelo é em tons de azul, com algumas pedras rosa, tem uma grande porta principal e várias janelas espalhadas por todo ele.

Tem três janelas principais, com cortinas azuis, laranja, verdes e outras  rosa.

Tem duas bandeiras amarelas no topo das torres mais altas; uma tem o mastro vermelho brilhante e a outra tem o mastro dourado e castanho brilhante. As nuvens claras e sombreadas vêem-se no fundo.

Numa das torres pode-se  ver as grades da janela das masmorras.

            Pode ver-se o sol por trás do castelo, um sol brilhante e iluminado, os seus raios espalham-se para cima e para os lados, como um polvo.

             E para terminar, a erva verde que rodeia o rio também brilha com tanta magia. O segredo para as coisas brilharem tanto, é o facto de haver magia misturada.

 

RAFAELA SILVA

6ºE

 



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Sábado, 10 de Janeiro de 2009
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 A gralha Entre Pavões
 
Era uma vez uma gralha que achou umas penas de pavão. Logo as vestiu e foi-se pôr ao pé dos pavões como se fosse um deles.
Um dos pavões reconheceu-a e acusou-a. Então os pavões saltaram-lhe em cima e, não só lhe arrancaram as penas do pavão, como também lhe arrancaram as dela.
A gralha, humilhada, voltou para junto das companheiras. Ora, elas, vendo-a assim, expulsaram-na dali.
Gralha, pobre gralha! Nua e humilhada, aprendeu uma grande lição:
“Não mexer nas coisas dos outros sem autorização.”
 

Rafaela Silva  6º E

 



publicado por contador às 16:46
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FÁBULAS DE JEAN DE LA FONTAINE

 

RECONTO

 

 A Gralha Entre Pavões
 
Num certo dia, andava um pavão a passear quando, de repente, as suas penas lhe caíram para o chão. Nesse momento, apareceu uma gralha presunçosa, que decidiu apanhar as penas e colocá-las no seu corpo, tentando fazer passar-se por um lindo pavão. Juntou-se a um grupo de pavões e, apesar de bonita e majestosa, foi logo descoberta e mandada embora. O pavão passou a palavra aos companheiros, os quais lhe tiraram, não só a plumagem do pavão, como as suas próprias penas. Após o sucedido, foi para junto das suas verdadeiras companheiras gralhas que, como souberam da situação, também a tiraram do seu grupo com mil apupadas.
            Esta história contém uma lição que não serve só para os animais mas também para o Homem: “Aquele que alheio veste, o vem na praça despir”. Para os maus entendedores também se pode dizer desta maneira: “Cuidado, a todos os que procuram parecer mais do que aquilo do que são! Podem vir a sofrer com isso…”.
 

 

Elaborado por:
André Vicente
6º E   Nº 3


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Quarta-feira, 23 de Maio de 2007
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O PLANETA BRANCO

de Miguel de Sousa Tavares

 

 Ilustrado por:

 

Carolina Soares, 6ºA

 

Resumido por:

 

Ana Sofia Cunha, 6ºA     

 

 O PLANETA BRANCO

Na nave espacial ìtaca-3000 iam três astronautas: Lydia, Lucas e Baltazar. Eles tinham como objectivo ir a S-3 ver se lá havia água. Passados muitos dias começaram-se a desviar da rota, como se estivessem a ser sugados. Eles tentaram várias coisas para regressar à rota, até que perderam a comunicação com a Terra. Julgando que iam morrer, decidiram dormir, mas quando acordaram estavam poisados num planeta que parecia uma nuvem. Depois eles viram que tinham recebido uma mensagem dizendo para saírem da nave e para não terem receio, pois as suas vidas não corriam perigo.

        Quando saíram, um homem esperava-os: era o Guardião do Planeta Branco; ele explicou-lhes que o Planeta Branco era o lugar para onde iam as pessoas que morriam na terra e acrescentou que a rota que eles tinham marcado para chegar a S-3 estava errada, por isso tinham sido atraídos. Eles ficaram assustados, pensando que estavam mortos, mas o Guardião disse-lhes que ainda não estavam. Explicou-lhes que as pessoas boas, quando morriam, podiam observar os vivos dali, do Planta Branco. Disse-lhes também que eles iriam esquecer tudo o que tinham visto e ouvido ali, porque nenhum vivo pode saber o que se passa depois da morte…Deu-lhes também uma mensagem muito importante: as pessoas é que têm de salvar o Planeta Terra agora e não esperar que a salvação venha de outros planetas. Para isso, deverão ter muito cuidado com toda a poluição que fazem.

        A seguir os astronautas foram-se embora e o Guardião do Planeta Branco programou a sua nave para chegar a terra. À medida que iam ficando mais longe do Planeta Branco, iam-se esquecendo do que se tinha passado. De repente conseguiram falar com Terra e puderam voltar para casa.

 

                                                                           Ana Sofia Cunha, 6ºA, Nº 2

 

 

 



publicado por contador às 18:16
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